Fogo bacteriano: floração exige máxima vigilância

A Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM), em colaboração com a ANP – Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha – e os 12 municípios da região, alerta os produtores do Oeste para o aumento do risco de infeção por fogo bacteriano durante o período de floração, uma fase crítica para a sanidade dos pomares.
Esta doença bacteriana afeta sobretudo pereiras e macieiras, culturas de grande relevância económica no Oeste. A infeção pode provocar danos significativos, incluindo a seca de ramos, a perda de produção e, nos casos mais graves, a morte das árvores.
Atendendo às condições particularmente favoráveis nesta fase, a disseminação da bactéria pode ocorrer rapidamente, sendo fundamental reforçar as medidas de prevenção e controlo no terreno.
Entre as principais recomendações técnicas destacam-se:
- A remoção e destruição de ramos afetados;
- O arranque de árvores contaminadas antes do abrolhamento;
- A adoção de boas práticas agrícolas que reduzam o risco de contaminação.
A OesteCIM, em articulação com a ANP e os municípios do Oeste, reforça a importância de uma vigilância ativa por parte dos produtores e do contacto com os serviços técnicos sempre que existam suspeitas de infeção.
A proteção dos pomares é essencial para salvaguardar a produção agrícola da região e assegurar a sustentabilidade de um dos setores estratégicos do Oeste.